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Friday, 27 July 2007 |
À convergência das partes de um todo que concorrem para um mesmo resultado chama-se sinergia. Hoje em Portugal, numa altura em que pela mão de José Sócrates o país parece ter descoberto a pólvora, as sinergias afiguram-se como um milagroso remédio que tudo cura, nem que isso signifique engordar a conta bancária dos poucos que têm milhões em detrimento dos muitos milhões que têm cada vez menos.
Numa actividade “sinergética” todos os meus neurónios convergem no sentido de me dizerem que, mais uma vez, o mexilhão é que se vai lixar.
Mas talvez não seja bem assim. Creio, pelo menos em teoria, que – por exemplo – os deputados portugueses convergem todos no sentido de dotar o país com melhores leis.
Assim, usando a sinergia parlamentar, creio que o país (refiro-me a Portugal) poderia ter menos deputados, sem que isso signifique perda de trabalho. Antes pelo contrário.
É tudo uma questão se sinergia de grupo.
Ou seja, quando o PSD tivesse alguma dificuldade na análise económica contaria com o apoio de um deputado do BE. Nada mais do que racionalizar as sinergias do grupo, neste caso dos deputados.
No caso do CDS ter falta de gente para analisar a compra de submarinos sempre podia, apelando à sinergia do grupo de deputados, contar com uma ajudinha do PC.
Nesta altura o único que não tem problemas, e que até poderia governar o país em regime de partido único, é o PS, mas creio que mesmo assim não enjeitaria uma mãozinha dos Verdes.
Sou, portanto, a favor das sinergias de grupo, desde que o exemplo parta de cima, ou seja da Presidência da República, do Parlamento, do Governo e por aí fora.
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Em Angola, onde nasci em 1954 e vivi até 1975, aprendi que devo ser o que sou e não o que os outros querem que eu seja... |
A nossa pátria é a nossa língua. A língua portuguesa é a pátria de mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo... |
Portugal tem cerca de 8.600 jovens organizados em "gangs", os quais vivem essencialmente nas periferias e em «territórios» onde a polícia não entra... |
São muitos os assuntos que escapam a secções específicas. É por isso que, nesta, abro o livro... dando largas aos temas mais diversos que entenda ser úteis aos leitores. |
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«Não se é Jornalista sete ou oito horas por dia, a uns tantos contos por mês. É-se Jornalista 24 horas por dia, mesmo estando desempregado". |
Alguns dos meus poemas e também poemas de amigos que eu gosto particularmente. |
Aqui poderão encontrar entrevistas e artigos que, nos últimos anos, publiquei no Jornal de Notícias. É uma forma de provar que a memória também se faz de memórias. |
Estando de acordo, tenho todo o gosto em aqui reproduzir textos de outros autores. Quantos vezes dizemos: Acabou de me tirar as palavras da boca? É por isso mesmo. |
Às terças estou no Café Luso . Venha até lá tomar um cafezinho e participar numa boa conversa lusófona. |
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