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Editorial
Sinergias de grupo

À convergência das partes de um todo que concorrem para um mesmo resultado chama-se sinergia. Hoje em Portugal, numa altura em que pela mão de José Sócrates o país parece ter descoberto a pólvora, as sinergias afiguram-se como um milagroso remédio que tudo cura, nem que isso signifique engordar a conta bancária dos poucos que têm milhões em detrimento dos muitos milhões que têm cada vez menos.

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Monday, 05 January 2009
Um ministro para as comunidades portuguesas. Imprimir E-mail
Monday, 11 June 2007
PSD defende criação de ministro-adjunto para as comunidades portuguesas.
O presidente do PSD, Durão Barroso, defendeu a criação da figura do ministro-adjunto para as comunidades portuguesas, a funcionar sob a égide do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) e com a tutela dos consulados.
Durão Barroso sublinhou a necessidade de ser atribuído ao titular da pasta das comunidades "autoridade de ministro", por ser a "melhor forma" para a "valorização simbólica e reforço material e formal dos (seus) poderes" e garantiu mesmo que no "próximo governo PSD" a medida avançará.
O líder do PSD falava no decorrer de um encontro entre a comissão política social-democrata e quadros do partido ligados às comunidades portuguesas, em Lisboa, na sede do partido.
"Os consulados não devem continuar a ser repartições burocráticas do MNE, devem estar em perfeita articulação com tudo o que tem a ver com a promoção da língua e cultura portuguesas", disse.
Acusando o PS de ter uma "noção fechada e jacobina" da Nação, o presidente do PSD afiançou que a política de apoio às comunidades será "uma prioridade estratégica" do seu Governo.
A "consagração plena" do português nos sistemas de ensino "do país de acolhimento" dos emigrantes, o apoio ao associativismo, para que estas estruturas assumam o papel de difusores da cultura portuguesa, e ao Instituto Camões são algumas das metas dessa política.
As críticas ao Governo, e também ao presidente da República, não faltaram, com Durão Barroso a acusar PS e Jorge Sampaio de não terem dirigido "uma única mensagem" à comunidade portuguesa da África do Sul e aos reféns em Cabinda por ocasião das cerimónias do 10 de Junho, dia de Portugal, das comunidades e de Camões.
Uma "distracção ou esquecimento" que para o presidente do PSD "é revelador" de que o apoio às comunidades portuguesas "não ocupa um lugar de prioridade" no Governo PS. Barroso acusou ainda o Governo de ter usado "de modo faccioso" a RTP-Internacional durante as últimas legislativas.

29.Ago.2001
 
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